Somos uma associação de atendimento multiprofissonal nas areas de fonoaudiologia, psicologia, fisioterapia,psicopedagogia e oficinas de capacitação. Estamos localizados na cidade de Osasco-SP.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
QUANDO APRENDER É UM SOFRIMENTO
É na idade escolar que os sintomas dos distúrbios de aprendizagem tornam-se mais visíveis. A criança tem dificuldades em áreas como escrita, leitura e matemática - problemas frequentemente confundidos com falta de inteligência, preguiça ou desleixo. É verdade que nem todos os casos são distúrbios de aprendizagem. A maioria, alás, está relacionada à falta de motivação e de interação com o professor, inadequação ao método de ensino e até doenças, como anemia, depressão ou comprometimento da visão e audição. Todas essas questões influenciam no aprendizado e devem ser descartadas antes de se partir para o passo seguinte: investigar a existência de distúrbios de aprendizagem, que são disfunções de origem neurobiológica.
Os mais frequentes são dislexia (afeta leitura e a escrita), transtorno não verbal de aprendizagem (afeta o desenvolvimento de habilidades sociais) e a discalculia (dificuldades com cálculos). Também comum é o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDHA), um distúrbio de comportamento que pode prejudicar a aprendizagem.
Quando essas disfunções não são adequadamente identificadas e tratadas, a criança pode ter seu desenvolvimento escolar, psicológico e social comprometido e, por vezes, carregar o problema ao longo da vida. Além do desempenho educacional, elas afetam a autoestima e podem, com o tempo, desencadear outros sintomas, como ansiedade, depressão, agressividade ou, ainda, o bullying por parte de outras crianças.
A dificuldade de aprender é uma das queixas mais frequentes nos consultórios pediátricos. O diagnóstico não é fácil, pois não há exames de imagem ou laboratoriais que identifiquem o problema. Exige avaliação da criança por diferentes profissionais, como neurologista, psicopedagogo, psicólogo e fonoaudiólogo. Mas há tratamento - e ele funciona!
Exercícios e atividades psicopedagógicas entram em pauta. A falta de fluência na leitura e escrita, típica da dislexia, por exemplo, pode ser corrigida ou minimizada com exercícios em que a criança é incentivada a fazer rimas, soletrar ou formar novas palavras, retirando uma sílaba ou letra. Estudos mostram que, após dois meses, há significativa ativação das regiões do cérebro responsáveis pelo aprendizado.
O estímulo, acompanhado de orientação à criança, pais e professores, ajuda quem tem distúrbios de aprendizagem a descobrir caminhos para o conhecimento. Em alguns casos de TDHA, o tratamento pode envolver, ainda, uso de medicamentos. O importante é não deixar que a criança passe a vida encarando a escola como um sofrimento. Ela deve ser, acima de tudo, lugar de descobertas.
Texto sugerido por Carla Polo - psicóloga da AAMEEP. Extraído da revista Eistein & Saúde.
FESTA DE NATAL
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
FESTA JULINA

Realizamos no dia 15/07/2011 nossa tradicional Festa Julina.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Palestra Sobre 1º. Socorros


Passeio ao Aquário
sexta-feira, 18 de março de 2011
Educação na Infância
sexta-feira, 11 de março de 2011
SEMANA DE CARNAVAL




sexta-feira, 4 de março de 2011
PASSEIO PARA CHÁCARA TARUGA
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
BULLYING NA FAMÍLIA
Comemoração de Natal




segunda-feira, 22 de novembro de 2010
TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH)
Entrevista com o Dr. Mário Louza Neto ( Hospital da Clínicas)
O TDAH é um transtorno mental que começa na infância e tem como caracteristica falta de atenção, dificuldade de concentração, distração aumentada e hiperatividade. Esta última pode ser uma agitação ou uma impulsividade intensa.
Admite-se que o transtorno comece aos sete anos, mas este é um ponto ainda questionável.O transtorno persiste na fase adulta em cerca de metade dos casos, principalmente a desatenção, antigamente achava-se que o TDAH desapareceria naturalmente, à medida que a criança crescia. Hoje, sabe-se que nem sempre isto ocorre.
Há, no entanto, possibilidade de cura. Com o passar do tempo, por volta dos 20 anos, o indivíduo pode estar melhor ou começar a melhorar gradativamente.
Ainda sabemos muito pouco sobre as causas do TDAH. O fator genético é muito importante, já que boa parte dos pacientes tem familiares com o problema. Mas não se sabe porque a pessoa desenolve o transtorno, provavelmente, alguns fatores contribuem durante a gestação, o tabagismo da mãe.
Este transtorno não está associado a nenhum fator psicológico. É comum o indivíduo chegar a fase adulta sem que o problema seja diagnosticado. Isto porque muitas vezes as crianças portadoras são tratadas como rebeldes ou incapazes de aprender, já que não vão bem na escola ou não se comportam como devem.
Na fase adulta, o paciente convive com a doença sem grandes problemas. Entretanto, não há perspectiva a lingo prazo, devido à dificuldade crônica, à desatenção. Na empresa, por exemplo, o indivíduo tem dificuldade em obter uma ascensão, porque demora mais em certas tarefas, como fazer um relatório. É como se a pessoa estivesse sempre um pouco abaixo do esperado. O tratamento pode melhorar essa performance, para que o adulto tenha atenção.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
VISITA AO CPA - M 8 (BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR)



Sentimos a mesma sensação da parte dos integrantes da corporação.
Fomos muito bem recebidos pelo Coronel Morelli e pela Coronel Creuza.
Nossos atendidos tiveram a oportunidade de andar à cavalo, tendo novas experiências e sensações que para muitos poderia paracer impossível.
Um de tantos momentos marcantes, foi a hora de cantarmos o Hino Nacional. Percebemos que aquele momento foi muito emicionante para todos nós que cantamos em um único coral de vozes o Hino da nossa Pátria.
Foi preparado um delicioso lanche e algumas atividades de treinamento de cachorros em que os participantes puderam interagir com os cães.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
UM TAPINHA EM CRIANÇA DÓI. E POR MUITO TEMPO.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
PALESTRA SOBRE HIGIENE BUCAL

segunda-feira, 13 de setembro de 2010
ARTE QUE DESPERTA

terça-feira, 31 de agosto de 2010
MÚSICA É INCLUSÃO

O papel da música como eixo condutor em políticas de inclusão social tem ocupado um espaço de destaque nos projetos que buscam, primordialmente, o resgate da dignidade e o pleno exercício da cidadania de crianças e adolescentes.
Para a adoção de fórmulas que possibilitem a difusão da alfabetização musical na educação básica torna-se imprescindível instrumentalizar nossos professores da rede pública de ensino com metodologias eficazes e adequadas a realidade encontrada nas escolas das comunidades de baixa renda. Percebe-se a necessidade de adequar o conteúdo dos cursos de formação prática necessária para lidar com os cotidianos de exclusão a que estes professores são submetidos.
A democratização do acesso a processos de inclusão utilizando a música como instrumento é condição já comprovada em inúmeros estudos para a diminuição da violência e aumento da auto estima dos envolvidos. Dentro deste contexto incluímos diretamente não só os beneficiários, mas também sua famílias.
Na Europa a musicalização ocorre desde a mais tenra infância na rede pública de ensino. No Brasil vivenciamos hoje, através dos profissionais da área de música, o início de um processo de questionamento sobre a importância da volta do ensino da Música nas Escolas.
Cabe àqueles que acreditam que esta transformação é possível, a busca de fórmulas eficazes de transmissão do conhecimento, bem como dos parceiros e dos meios para realizá-lo, oferecendo as nossas crianças e jovens em situação de risco uma oportunidade de mostrarem e aperfeiçoarem seu talento, independente de sua origem, pois a cultura é a representação mais genuína da cidadania exercida por mecanismos justos de inclusão social.
Texto de Beatriz Salles
Chefe do Departamento de Música da UnB
Coordenadora do Projeto Música é Inclusão
Diretora do Festival Internacional de Inverno de Brasília
Postado por Ana Paula Medeiros - funcionária da AAMEEP
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
COMER BEM

O domínio dos salgadinhos, doces e chocolates, porém, já é questão de saúde pública. Há dois anos, a Sociedade Brasileira de Pediatria publicou um estudo sobre o tema, que mostra que o aumento do número de crianças com excesso de peso varia de 10,8% a incríveis 33,8% conforme a cidade ou região. Diversos outros problemas, como diabetes, hipertensão arterial, alterações ortopédicas e elevação dos níveis de colesterol e triglicerídeos, tem se tornado frequentes.
Eu trabalho em uma entidade que atende pessoas portadoras de necessidades especiais e dificuldade de aprendizagem, onde é oferecido um lanche com muita qualidade, ensinando aos atendidos, o quanto é importante comermos alimentos saudáveis.
Texto extraído da revista Escola, edição 223- Junho/Julho 2010
Postado por Joana Alves da Silva - funcionária da AAMEEP


