sexta-feira, 11 de março de 2011

SEMANA DE CARNAVAL











Na última sexta feira (04/03/2011), tivemos momentos maravilhoso em nossa entidade.


Um deles, é que comemoramos os aniversários dos participantes da Oficina dos meses de Janeiro e Fevereiro, onde eles os próprios participantes confeccionaram o bolo. Passando por todo o processo desde untar a forma até a decoração.


Aproveitando este clima de festa também comemoraram o carnaval. Confeccionaram suas próprias máscaras, brincaram ouvindo marchinhas de carnaval.

sexta-feira, 4 de março de 2011

PASSEIO PARA CHÁCARA TARUGA




























Olá seguidores!!!


Nossa turminha da Oficina de Capacitação fez um passeio para chácara Taruga no mês de Fevereiro que foi muito divertido.

Todos voltaram muito felizes e cheios de estórias para contar.

Andaram a cavalo, e conheceram vários outros animais.

Realmente é uma satisfação presenciar a alegria desta turminha.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

BULLYING NA FAMÍLIA

Certa Vez, quando dei uma palestra na Zona Leste da cidade, uma senhora me falou sobre seus dois filhos. Segundo afirmou, o primeiro era mais inteligente.
- Tenho preferência por ele, sim. Seria mentira dizer que não. A conversa me provocou uma sensação desagradável. Pensei na vida do caçula. Qual seria seu sentimento, ao perceber que a mãe prefere o mais velho? Sou escritor. Imaginei dos gestos do cotidiano: reprimendas mais fortes; presentes piores no aniversário ou Natal e talvez até comentários desdenhosos. Tomei consciência de que isso acontece muito mais do que se comenta. Fala-se muito de bullying. Livros abordam violências verbais e até agressões físicas que ocorrem nas escolas. O ataque costuma ser dirigido a quem é de alguma maneira diferente: os gordinhos, os maus esportistas, os nerds, os mais pobres, entre outros. Até um sotaque pode induzir os valentões da turma à chacota. Submetidas a uma pressão constante, as vítimas muitas vezes se rebelam. E dentro da família?
Um amigo passou a infância perseguido pelo irmão mais velho. Tudo era motivo para zombaria e até ataques físicos. A mãe, ausente, não punia o agressor. Hoje os irmãos têm uma relação distante, mal se falam. Agora a mãe se lamenta. Não entende por que os filhos não se dão bem.
- Meu irmão foi meu pior inimigo! Como posso gostar dele agora? - ouvi o mais novo dizer.
A agressão pode se voltar contra um dos pais. Soube de um vizinho que gritava com o pai e o ameaçava por qualquer pretexto porque tinha pouco dinheiro. Não usava drogas. O velho, frágil, não conseguia enfrentá-lo.
- Você é um incapaz - dizia o filho. - Nunca soube ganhar dinheiro!
Muitas vezes a própria mãe cria a situação. Uma figura da sociedade, magra e bem vestida, parece enconder sua filha, que é gorda. A garota nunca é vista em companhia da mãe nas festas que ela costuma frequentar. Em represália, veste-se de maneira relaxada. Mal penteia os cabelos.
-Minha mãe tem vergonha de mim! - já desabafou.
É difícil tocar nesse assunto. Cada família possui uma dinâmica diferente. Nem sempre as situações são evidentes, mas o atingido percebe o desprezo. Ou a comparação. É comum uma criança de olhos azuis ser coberta de elogios. Ninguém fala do irmão de olhos castanhos. Só a mãe pode ajudar, valorizando os dois.
Ou então um dos membros perde o emprego. A família passa a humilhá-lo.
-Não vou sustentar vagabundo! - certa vez ouvi a irmã, secretária, ameaçar o irmão.
Se é difícil encontrar trabalho, a agressão aumenta. E a pessoa deprimida tem mais dificuldade ainda. Perde o prumo.
Pais inventam sonhos para os filhos. Desejam que se tornem bem-sucedidos, talvez famosos. Já vi homem com bebê no colo garantir:
- Este aqui vai ser jogador da seleção. E ganhar a Copa! O bebê sorri sem saber da cilada. Pode ter pendor para a informática. Talvez nunca seja um craque. Passará horas diante da telinha.
Também já vi pai reclamar:
-Sai do computador, moleque! Vai jogar futebol!
O filho passa a ser constrangido. Pressionado. Conheci pessoas inteligentes totalmente desestruturadas, incapazes de se dedicar a uma profissão, por falta de apoio familiar.
Muitas vezes, o que parecem ser gestos de amor, de incentivo, são ameaças porque o filho ou irmão não segue um padrão. É difícil, mas cada família deve abrir sua caixa-preta. Adquirir a coragem de encarar suas falhas. E aprender a trocar a agressão pelo abraço.
Texto extraído da revista Veja - Escrito por Walcyr Carrasco
Postado por Carla Polo - Psicóloga da AAMEEP

Comemoração de Natal
















Tivemos uma linda festa de confraternização de Natal com a participação dos atendidos e seus familiares. Foram momentos super agradáveis, onde tivemos a apresentação do coral das crianças. Os pais tiveram grande participação trazendo pratos de doces e salgados. As crianças gostaram muito da visita do Papai Noel que distribuiu balas e doces para todos.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH)

Cerca de 3% das crianças em todo o mundo apresentam o transtorno de déficit de Atenção e Hiperatividade. Muitas chegam à idade adulta sem que o problema tenha sido diagnisticado, o que implica prejuízos ao desempenho acadêmico, à atividade profissional e à vida afetiva.


Entrevista com o Dr. Mário Louza Neto ( Hospital da Clínicas)

O TDAH é um transtorno mental que começa na infância e tem como caracteristica falta de atenção, dificuldade de concentração, distração aumentada e hiperatividade. Esta última pode ser uma agitação ou uma impulsividade intensa.

Admite-se que o transtorno comece aos sete anos, mas este é um ponto ainda questionável.
O transtorno persiste na fase adulta em cerca de metade dos casos, principalmente a desatenção, antigamente achava-se que o TDAH desapareceria naturalmente, à medida que a criança crescia. Hoje, sabe-se que nem sempre isto ocorre.
Há, no entanto, possibilidade de cura. Com o passar do tempo, por volta dos 20 anos, o indivíduo pode estar melhor ou começar a melhorar gradativamente.
Ainda sabemos muito pouco sobre as causas do TDAH. O fator genético é muito importante, já que boa parte dos pacientes tem familiares com o problema. Mas não se sabe porque a pessoa desenolve o transtorno, provavelmente, alguns fatores contribuem durante a gestação, o tabagismo da mãe.
Este transtorno não está associado a nenhum fator psicológico. É comum o indivíduo chegar a fase adulta sem que o problema seja diagnosticado. Isto porque muitas vezes as crianças portadoras são tratadas como rebeldes ou incapazes de aprender, já que não vão bem na escola ou não se comportam como devem.
Na fase adulta, o paciente convive com a doença sem grandes problemas. Entretanto, não há perspectiva a lingo prazo, devido à dificuldade crônica, à desatenção. Na empresa, por exemplo, o indivíduo tem dificuldade em obter uma ascensão, porque demora mais em certas tarefas, como fazer um relatório. É como se a pessoa estivesse sempre um pouco abaixo do esperado. O tratamento pode melhorar essa performance, para que o adulto tenha atenção.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

VISITA AO CPA - M 8 (BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR)










No último dia 15/10/2010, os participantes da Oficina de Capacitação foram visitar o CPA - M8 (Batalhão da Polícia Militar) localizado na Av. Cruzeiro do Sul, 460 - Rochdale.

Sentimos a mesma sensação da parte dos integrantes da corporação.

Fomos muito bem recebidos pelo Coronel Morelli e pela Coronel Creuza.

Nossos atendidos tiveram a oportunidade de andar à cavalo, tendo novas experiências e sensações que para muitos poderia paracer impossível.

Um de tantos momentos marcantes, foi a hora de cantarmos o Hino Nacional. Percebemos que aquele momento foi muito emicionante para todos nós que cantamos em um único coral de vozes o Hino da nossa Pátria.

Foi preparado um delicioso lanche e algumas atividades de treinamento de cachorros em que os participantes puderam interagir com os cães.

Não podemos deixar de dizer que a experiência foi marvilhosa para ambas as partes, tanto que, os participantes da Oficina não queriam vir embora de tão empolgados que estavam.
A família AAMEEP e toda a diretoria agradecem a oportunidade da visita.





















sexta-feira, 8 de outubro de 2010

UM TAPINHA EM CRIANÇA DÓI. E POR MUITO TEMPO.

Pesquisa Datafolha divulgada mostra que 74% dos homens e 69% das mulheres já apanharam dos pais e que 69% das mães e 44 % dos pais admitiram ter batido nos seus filhos. Isso explica o fato de 54 % dos entrevistados serem contra a lei proposta do governo federal que proíbe castigos físicos (socos, beliscões, empurrões, chineladas, entre outros) em crianças. Hoje o Estatuto da Criança e do Adolescente não especifica o que são maus tratos. Sei que muitos pais que amam seus filhos e são zelosos por sua educação acreditam que uma palmada em determinadas circunstâncias extremas pode ter um efeito simbólico poderoso na educação de uma criança. Muitas vezes, fazendo reportagem sobre direitos na infância, ouvi um complemento explicativo para isso que se repetia como um mantra: "apanhei quando pequeno e isso me mostrou limites, ajudou a formar o caráter que tenho agora".
A idéia é muito semelhante a trabalhei quando criança e isso formou meu caráter, portanto sou a favor de criança terque trabalhar para não ficar fazendo arruaça na rua".
Educar alguém não é fácil. Mas o ser humano evolui, a sociedade evolui, não precisamos permanecer com aquelas velhas práticas simplkesmente porque adoradas em nossa infância ou nainfância de nossos pais. Romper a inércia e difícil, mas fundamental.
Uma amiga me contou, que pela primeira vez, deu umas palmadas leves em seu filho dia desses, pois havia esgotado o repertório para deixar claro que ele estava extrapolando. Para sua surpresa - e tristeza - foi chamada na escolinha porque o filho, que normalmente é calmo, começou a bater em seus colegas.
Poderia citar casos de amigos de infância que apanharam muito e hoje são pessoas que não pensam duas vezes antes de ir para uma solução, digamos, mais robusta para os problemas. Mas isso significa que todo mundo que levou palmadas vai virar um serial killer? Claro que não. Dependendo da circuns^tância e do ambiente em que a criança está inserida, há consequencias sim para sua formação, que podem ser inesperadas. Fica a pergunta: qual o exemplo de respeito ao diálogo, à tolerância, ao entendimento e a soluções não violentas estamos dando com uso desses métodos? Será que realmente não havia outra saída ou não conheciamos outra alternativa? O quanto estamos sendo nossos pais e os pais deles e nãonós mesmos nesse momento?
Bem, ninguém disse que educar alguém era fácil ou que a que a tarefa dará certo muitas vezes. Mas podemos optar por um caminho de paz ou de porrada. Este último pode ser até mais simples, mas o outro tende a ser mais alegre e saudável.
Extraído do blog do Sakamoto (Jornalista e Doutor em Ciência Política)
Texto postado por Samantha Goeldi - Psicóloga da AAMEEP