terça-feira, 19 de outubro de 2010

VISITA AO CPA - M 8 (BATALHÃO DA POLÍCIA MILITAR)










No último dia 15/10/2010, os participantes da Oficina de Capacitação foram visitar o CPA - M8 (Batalhão da Polícia Militar) localizado na Av. Cruzeiro do Sul, 460 - Rochdale.

Sentimos a mesma sensação da parte dos integrantes da corporação.

Fomos muito bem recebidos pelo Coronel Morelli e pela Coronel Creuza.

Nossos atendidos tiveram a oportunidade de andar à cavalo, tendo novas experiências e sensações que para muitos poderia paracer impossível.

Um de tantos momentos marcantes, foi a hora de cantarmos o Hino Nacional. Percebemos que aquele momento foi muito emicionante para todos nós que cantamos em um único coral de vozes o Hino da nossa Pátria.

Foi preparado um delicioso lanche e algumas atividades de treinamento de cachorros em que os participantes puderam interagir com os cães.

Não podemos deixar de dizer que a experiência foi marvilhosa para ambas as partes, tanto que, os participantes da Oficina não queriam vir embora de tão empolgados que estavam.
A família AAMEEP e toda a diretoria agradecem a oportunidade da visita.





















sexta-feira, 8 de outubro de 2010

UM TAPINHA EM CRIANÇA DÓI. E POR MUITO TEMPO.

Pesquisa Datafolha divulgada mostra que 74% dos homens e 69% das mulheres já apanharam dos pais e que 69% das mães e 44 % dos pais admitiram ter batido nos seus filhos. Isso explica o fato de 54 % dos entrevistados serem contra a lei proposta do governo federal que proíbe castigos físicos (socos, beliscões, empurrões, chineladas, entre outros) em crianças. Hoje o Estatuto da Criança e do Adolescente não especifica o que são maus tratos. Sei que muitos pais que amam seus filhos e são zelosos por sua educação acreditam que uma palmada em determinadas circunstâncias extremas pode ter um efeito simbólico poderoso na educação de uma criança. Muitas vezes, fazendo reportagem sobre direitos na infância, ouvi um complemento explicativo para isso que se repetia como um mantra: "apanhei quando pequeno e isso me mostrou limites, ajudou a formar o caráter que tenho agora".
A idéia é muito semelhante a trabalhei quando criança e isso formou meu caráter, portanto sou a favor de criança terque trabalhar para não ficar fazendo arruaça na rua".
Educar alguém não é fácil. Mas o ser humano evolui, a sociedade evolui, não precisamos permanecer com aquelas velhas práticas simplkesmente porque adoradas em nossa infância ou nainfância de nossos pais. Romper a inércia e difícil, mas fundamental.
Uma amiga me contou, que pela primeira vez, deu umas palmadas leves em seu filho dia desses, pois havia esgotado o repertório para deixar claro que ele estava extrapolando. Para sua surpresa - e tristeza - foi chamada na escolinha porque o filho, que normalmente é calmo, começou a bater em seus colegas.
Poderia citar casos de amigos de infância que apanharam muito e hoje são pessoas que não pensam duas vezes antes de ir para uma solução, digamos, mais robusta para os problemas. Mas isso significa que todo mundo que levou palmadas vai virar um serial killer? Claro que não. Dependendo da circuns^tância e do ambiente em que a criança está inserida, há consequencias sim para sua formação, que podem ser inesperadas. Fica a pergunta: qual o exemplo de respeito ao diálogo, à tolerância, ao entendimento e a soluções não violentas estamos dando com uso desses métodos? Será que realmente não havia outra saída ou não conheciamos outra alternativa? O quanto estamos sendo nossos pais e os pais deles e nãonós mesmos nesse momento?
Bem, ninguém disse que educar alguém era fácil ou que a que a tarefa dará certo muitas vezes. Mas podemos optar por um caminho de paz ou de porrada. Este último pode ser até mais simples, mas o outro tende a ser mais alegre e saudável.
Extraído do blog do Sakamoto (Jornalista e Doutor em Ciência Política)
Texto postado por Samantha Goeldi - Psicóloga da AAMEEP

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

PALESTRA SOBRE HIGIENE BUCAL


Olá pessoal.

Tivemos em nossa entidade no dia 16/09/2010 às 14:00 horas uma palestra sobre Higiene Bucal. Contamos com a valiosa colaboração da dentista Dra. Adriana lobo Pecoral.

O tema foi escolhido visando atender e orientar os usuários da entidade e seus responsáveis.

A palestra foi maravilhosa e muito esclarecedora. Os pais e/ou responsáveis participaram efetivamente com perguntas que foram respondidas pela palestrante.

Segue algumas orientações sobre como devemos fazer nossa higiene bucal.


* Proceda à escovação dentária sempre após as refeições;

* Utilize escova de cerdas macias e de cabeça compacta;

* Utilize uma pequena quantidade, mais ou menos 1 cm. de pasta dental contendo flúor;

* Coloque a escova junto a união da gengiva com os dentes de maneira que as cerdas formem um ângulo de 45º em relação aos dentes. Movimente (gire) a escova em direção à superfície mastigatória dos dentes;

* Escove todas as superfícies dos dentes, a superfície interna (lingual) a externa ( vestibular) e superfície mastigatória (oclusal);

Lembre-se que uma escovação correta demora aproximadamente 3 minutos.


segunda-feira, 13 de setembro de 2010

ARTE QUE DESPERTA


Observamos nos meios de comunicação eletrônicos o crescimento do trabalho artístico nas áreas menos favorecidas pôr lucros exorbitantes anunciados pelos bancos e empresas estatais.

Se alguns jovens insistem em pegar em armas, boa parte deles tem procurado outras opções localizadas no extremo oposto da violência, buscando progredir através da sensibilidade artística.

É assim que vemos inúmeros projetos com a finalidade de renovar a riqueza cultural e emotiva de crianças e jovens particularmente, onde percebemos a música como poderoso instrumento regenerador, uma vez que atinge diretamente a alma.

Felizmente, aos poucos, os empresários vão percebendo que além de obter lucros é preciso assumir compromisso com a comunidade que é usuária dos bens ou serviços por eles produzidos.


E as leis na escola inclusiva?! (Por Suely Pereira da Silva Rosa)


A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional já indica o compromisso brasileiro com a escola inclusiva, em que garante a matrícula de todos os alunos em escolas públicas ou privadas. No entanto, não basta a lei. Será preciso dar conta de viabilizá-la, já que mudar a escola é tarefa bastante complexa, na qual se apresentam várias frentes de ação, tais como a qualidade de aprendizagem, o tempo mínimo de escolarização, a manutenção do aluno na escola, os cursos de formação e tantas outras a listar. Neste sentido, cabe um alerta aos governos, que não devem se descuidar da valorização profissional da educação, que é responsável pela tarefa fundamental da escola - a aprendizagem qualitativa de seus alunos. Há necessidade de se repensar planos de cargos e salários, concursos públicos que dêem conta da necessidade funcional e concursos de remoção. A Declaração de Cochabamba reconhece que além das tarefas técnicas e pedagógicas, esta também é de relevância, a ponto de constar no próprio documento final.

Há de se considerar ainda, que apesar dos esforços governamentais em garantir o acesso à matrícula a todos os que estiverem em condição de frequentá-la, isto não torna garantida a universalização do ensino fundamental, já que persisitem as altas taxas de repetência e de evasão escolar. Isto significa que nem todas as crianças completam a educação básica, não adquirindo, portanto, uma escolarização que lhes permita acesso ao mundo do trabalho.

Apostar na educação inclusiva é acreditar que seremos capazes de contribuir para uma transformação social, que trate efetivamente a todos dentro dos princípios de igualdade, da solidariedade e da convivência respeitosa ente os indivíduos. Acreditar no processo de inclusão é viabilizar a possibilidade de se buscar alternativas de permanência do aluno na escola, respeitando seu rítmo de apredizagem e elevando sua autoestima. É banir em definitivo o hábito de excluir, que tanto tem empobrecido a sociedade brasileira. É reconhecer que somos diferentes, mas que devemos ter as mesmas oportunidades de acesso a uma vida melhor. É permitir que cada indivíduo possa entender como se dão as relações de poder na sociedade e possam exercer seu papel de cidadão, enquanto contribuintes, na construção de uma nação solidária. Nossas crianças agradecem!


Texto postado por Maria Olívia Rossi - Professora de Música da AAMEEP

terça-feira, 31 de agosto de 2010

MÚSICA É INCLUSÃO


O papel da música como eixo condutor em políticas de inclusão social tem ocupado um espaço de destaque nos projetos que buscam, primordialmente, o resgate da dignidade e o pleno exercício da cidadania de crianças e adolescentes.

A cultura é vista como um importante meio de reconstrução da identidade sociocultural e a música está entre as atividades de significativo apelo para a realização de projetos sociais.

Estudos específicos apontam o impacto no processo de recuperação da identidade e da auto estima dos envolvidos nos projetos de inclusão que utilizam a música como eixo condutor.

A música apresenta-se então como um importante elemento de formação de identidade e construção da cidadania onde agentes multiplicadores de cultura assumem o papel de transformadores da realidade social.
Para a adoção de fórmulas que possibilitem a difusão da alfabetização musical na educação básica torna-se imprescindível instrumentalizar nossos professores da rede pública de ensino com metodologias eficazes e adequadas a realidade encontrada nas escolas das comunidades de baixa renda. Percebe-se a necessidade de adequar o conteúdo dos cursos de formação prática necessária para lidar com os cotidianos de exclusão a que estes professores são submetidos.
A democratização do acesso a processos de inclusão utilizando a música como instrumento é condição já comprovada em inúmeros estudos para a diminuição da violência e aumento da auto estima dos envolvidos. Dentro deste contexto incluímos diretamente não só os beneficiários, mas também sua famílias.
Na Europa a musicalização ocorre desde a mais tenra infância na rede pública de ensino. No Brasil vivenciamos hoje, através dos profissionais da área de música, o início de um processo de questionamento sobre a importância da volta do ensino da Música nas Escolas.
Cabe àqueles que acreditam que esta transformação é possível, a busca de fórmulas eficazes de transmissão do conhecimento, bem como dos parceiros e dos meios para realizá-lo, oferecendo as nossas crianças e jovens em situação de risco uma oportunidade de mostrarem e aperfeiçoarem seu talento, independente de sua origem, pois a cultura é a representação mais genuína da cidadania exercida por mecanismos justos de inclusão social.

Texto de Beatriz Salles
Chefe do Departamento de Música da UnB
Coordenadora do Projeto Música é Inclusão
Diretora do Festival Internacional de Inverno de Brasília


Postado por Ana Paula Medeiros - funcionária da AAMEEP


sexta-feira, 13 de agosto de 2010

COMER BEM


Todo mundo sabe a importância de comer bem: traz benefícios para a saúde, ajuda a nos manter ativos para realizar tarefas do dia a dia e melhora até o humor, Uma alimentação saudável é aquela que reúne todas as substâncias químicas de que o corpo precisa para funcionar corretamente. Requer muita diversidade de ingredientes em todas as refeições, com equilíbrio entre carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais. Na escola, um espaço ocupado por crianças e jovens, isso se torna ainda mais relevante. Porém todo mundo sabe a oferta de alimentos saudáveis nas cantinas e lanchonetes que funcionam dentro das escolas costuma ficar bem abaixo do desejável. Por questões de praticidade, custo e armazenamento, é mais fácil encontrar produtos industrializados, que têm prazo de validade maior, mas causam mais danos à saúde que os alimentos naturais.
O domínio dos salgadinhos, doces e chocolates, porém, já é questão de saúde pública. Há dois anos, a Sociedade Brasileira de Pediatria publicou um estudo sobre o tema, que mostra que o aumento do número de crianças com excesso de peso varia de 10,8% a incríveis 33,8% conforme a cidade ou região. Diversos outros problemas, como diabetes, hipertensão arterial, alterações ortopédicas e elevação dos níveis de colesterol e triglicerídeos, tem se tornado frequentes.
Eu trabalho em uma entidade que atende pessoas portadoras de necessidades especiais e dificuldade de aprendizagem, onde é oferecido um lanche com muita qualidade, ensinando aos atendidos, o quanto é importante comermos alimentos saudáveis.

Texto extraído da revista Escola, edição 223- Junho/Julho 2010


Postado por Joana Alves da Silva - funcionária da AAMEEP

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

COMEMORAÇÃO - E.C.A. 20 ANOS

Nossa entidade participou da comemoração dos 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente realizada no dia 13/07/2010 no Centro de Formação dos Professores no município de Osasco.


Houve uma apresentação musical da turma das Aulas de Música e da Oficina de Capacitação.
Realmente foi um momento muito importante para os nossos atendidos.